Os templários acumularam fortunas em terras, moedas e ouro. Eram financiadores de reis e não respondiam nem mais ao Papa, principalmente após a divisão da Cristandade com a nomeação de dois papas. Um em Roma e outro em Avignon, servindo aos interesses franceses.
Poder e riqueza de uns atraem a cobiça e ambição de outros. E os templários caíram em desgraça perante Felipe IV, rei francês, e o papa.
Foram presos, acusados de heresia pela Inquisição e condenados à fogueira. A execução ocorreu numa SEXTA-FEIRA 13!
Em 13 de abril de 1314, na Ile de la Cité, em Paris, o grão mestre templário Jacques (Tiago) de Molay e o preceptor da Normandia, Godofredo de Charnay foram levados à fogueira.
Antes de morrer, Jacques de Molay lançou uma maldição ao rei Felipe IV, ao Secretário geral Guillaume de Nogaret, e ao Papa, Clemente V. Amarrado na estaca, com fogo a arder sob seus pés ele gritou:
-“Todos vocês serão amaldiçoados até a 13ª geração! Dentro de um ano, estarão todos comigo, no fogo do inferno.”
Fato é que 42 dias depois, morreu o papa Clemente V, seis meses depois, o rei Filipe IV, teve um derrame cerebral fulminante. Guillaume de Nogarete foi acusado de feitiçaria e enforcado. Nos quatorze anos seguintes, os três filhos do rei, seus sucessores no trono, vieram a falecer, encerrando a linhagem direta de três seculos da Dinastia Capetíngia.
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